03/03/2026 17:03

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Mato Grosso do Sul tem a 5ª maior variação relativa de empregos formais do país em janeiro

Estado abriu 3.936 vagas no mês e ficou entre os cinco que mais cresceram proporcionalmente no Brasil.

Anderson Viegas

MS registrou um saldo positivo de 3.936 postos de trabalho em janeiro de 2026, segundo o Novo Caged (Foto: Freepik).

Mato Grosso do Sul registrou a quinta maior variação relativa de empregos formais do Brasil em janeiro de 2026, segundo dados do Novo Caged. O Estado apresentou crescimento de 0,57% no estoque de vagas, resultado de 37.353 admissões e 33.417 desligamentos, com saldo positivo de 3.936 postos de trabalho. Veja dados completos na tabela abaixo:

No ranking nacional de variação relativa, Mato Grosso do Sul ficou atrás apenas de Mato Grosso (1,92%), Santa Catarina (0,72%), Goiás (0,66%) e Rio Grande do Sul (0,64%). Logo na sequência aparece Tocantins, com 0,56%. O desempenho sul-mato-grossense superou estados como Paraná (0,55%), Espírito Santo (0,26%), Minas Gerais (0,15%) e São Paulo (0,11%).

O indicador mede o crescimento proporcional do estoque de empregos formais em relação ao mês anterior, o que permite comparar o desempenho de estados com bases de trabalhadores de tamanhos diferentes.

Avanço em relação a 2025

Na comparação com janeiro de 2025, Mato Grosso do Sul também apresentou melhora. No mesmo mês do ano passado, o Estado havia registrado 37.654 admissões, 34.224 desligamentos e saldo de 3.430 vagas, com variação relativa de 0,51%.

Em 2026, mesmo com leve redução nas admissões, a queda mais intensa nas demissões elevou o saldo para 3.936 vagas, aumento de 506 postos de trabalho em relação ao ano anterior. A variação relativa também subiu de 0,51% para 0,57%.

Setores que puxaram o resultado

Em janeiro de 2026, o setor que mais contratou em Mato Grosso do Sul foi o de Serviços, com 12.671 admissões. Na sequência aparecem Comércio (7.848), Agropecuária (6.562), Indústria (5.657) e Construção (4.615).

O maior número de desligamentos também ocorreu em Serviços, com 12.580 demissões, seguido por Comércio (8.361) e Indústria (5.371).

O maior saldo positivo foi registrado na Construção, que abriu 2.358 vagas no mês. A Agropecuária teve saldo de 1.714 postos, seguida por Indústria (286) e Serviços (91). O Comércio foi o único grande setor com resultado negativo, encerrando janeiro com saldo de -513 vagas.

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