04/08/2026 20:58

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Volta às aulas eleva em até 30% vendas de papelaria na Capital

Retorno gradual das redes de ensino aumenta procura por lápis, canetas, borrachas e cadernos

Da Redação

Lápis, canetas, borrachas e cadernos estão entre os itens mais procurados neste retorno às aulas (Foto: Procon/MS)

O retorno das aulas no segundo semestre elevou entre 20% e 30% as vendas nas papelarias de Campo Grande em comparação com o movimento habitual deste período. A estimativa é de lojistas consultados pela CDL Campo Grande (Câmara de Dirigentes Lojistas).

A rede municipal retomou as atividades nesta terça-feira (4), enquanto o retorno dos estudantes da rede estadual está previsto para segunda-feira (10). Escolas particulares também reorganizam seus calendários neste período, ampliando o movimento de consumidores no comércio.

Diferentemente do início do ano letivo, quando as famílias compram listas completas e renovam uniformes, a procura neste segundo semestre está concentrada na reposição de itens básicos, como lápis, canetas, borrachas e cadernos.

Apesar do aumento nas vendas, o movimento ainda é menor do que o registrado no começo do ano.

“O início do segundo semestre traz uma oxigenação importante para o comércio e para os serviços da nossa cidade. Diferente de janeiro, quando o consumidor precisa arcar com a lista completa de material e grandes renovações de uniforme, a volta às aulas no meio do ano funciona como um momento de reposição e ajuste”, afirma o presidente da CDL Campo Grande, Adelaido Figueiredo.

Segundo ele, o volume de vendas nos segmentos de papelaria e vestuário é mais tímido, mas contribui para reforçar o caixa das empresas.

Movimento alcança outros setores

A CDL aponta que a retomada das aulas também repercute em atividades ligadas à rotina de estudantes e familiares, como postos de combustíveis, transporte, restaurantes, lanchonetes e serviços de alimentação próximos a escolas e universidades.

“O retorno da rotina escolar reaquece toda uma cadeia ao redor, aumenta a demanda nos postos de combustíveis e no transporte e injeta rotatividade em restaurantes, lanchonetes e serviços de alimentação rápida perto das escolas e faculdades”, completa Figueiredo.

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