28/05/2026 17:47

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EIGEDIN 2026 encerra com 382 pesquisas e reforça protagonismo científico do agro

Encontro internacional promovido pela UFMS reuniu sete países; UFGD teve 32 trabalhos aprovados.

Anderson Viegas

O VIII Encontro Internacional de Gestão, Desenvolvimento e Inovação (EIGEDIN 2026) encerrou nesta quarta-feira (27) sua programação com 382 trabalhos científicos submetidos, consolidando-se como um dos principais fóruns acadêmicos voltados ao agronegócio, inovação e desenvolvimento regional da América do Sul. Do total, 351 pesquisas foram aprovadas para apresentação e socialização científica durante o evento.

Promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), por meio do Campus de Naviraí, o encontro teve como tema “Novos Contextos para o Agronegócio” e reuniu pesquisadores, professores e estudantes de sete países: Brasil, Paraguai, Argentina, Equador, Angola, Reino Unido e Israel, além de representantes de 19 estados brasileiros.

Os números do balanço oficial ajudam a dimensionar o alcance da edição. Foram 42 salas virtuais simultâneas, com apoio de 53 mediadores, 49 monitores acadêmicos e uma rede formada por mais de 30 instituições parceiras, conectando universidades e centros de pesquisa do Brasil e do exterior.

Além da produção acadêmica, o EIGEDIN também registrou forte presença digital. Segundo a organização, foram contabilizadas quase 2.800 interações ao longo das atividades e mais de 2.150 visualizações nas transmissões oficiais via YouTube. A avaliação do público classificou a organização, o conteúdo e a contribuição científica do encontro majoritariamente como “excelente”.

Dentro desse universo de pesquisas apresentadas, a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) teve destaque com 32 trabalhos aprovados, participação equivalente a 8,4% de todas as submissões recebidas pelo evento. O volume reforça a presença da instituição sul-mato-grossense na produção científica voltada ao agronegócio, especialmente em áreas relacionadas à gestão, inovação, sustentabilidade e desenvolvimento territorial.

A programação também trouxe debates sobre temas estratégicos e emergentes para o setor. Entre os destaques esteve a palestra de abertura da pesquisadora Alessandra Fávero, da Embrapa, abordando agricultura espacial e tecnologias aplicadas à resiliência climática. Já o encerramento reuniu especialistas em torno do tema Rota Bioceânica e o Agronegócio Sul-Americano, discutindo logística, integração regional e oportunidades econômicas para os países envolvidos.

Veja abaixo alguns dos números destas edição:

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