Ação solidária realizada pelo Grupo Guerreiros do Amor acontece no dia 24 de dezembro, na Praça Cuiabá, e deve atender cerca de 150 pessoas.
Da Redação

O Grupo Guerreiros do Amor realiza no dia 24 de dezembro, a partir das 17h, mais uma edição do Natal Compartilhado, ação solidária que há nove anos mobiliza voluntários e parceiros para levar ceia, acolhimento e dignidade a pessoas em situação de vulnerabilidade social e em condição de rua em Campo Grande. A iniciativa acontecerá na Praça Cuiabá, conhecida como Praça das Araras, e deve atender cerca de 150 pessoas, entre adultos e crianças.
A ação tem como proposta ir além da entrega de alimentos. O Natal Compartilhado promove um momento de convivência, escuta e cuidado, com o objetivo de reforçar valores como solidariedade, partilha e valorização da vida. Durante a atividade, serão distribuídas refeições preparadas especialmente para a data, além de gestos de atenção que contribuem para fortalecer vínculos e renovar a esperança de quem enfrenta realidades marcadas pela exclusão social.
A população pode contribuir de diferentes formas para a realização da ação. As doações podem ser feitas por meio de contribuição financeira, via PIX, utilizando o CNPJ 50.281.865/0001-41, ou pela doação de insumos que compõem a ceia natalina. Segundo a organização, toda ajuda é fundamental para garantir que a ação seja realizada com dignidade e alcance o maior número possível de pessoas.
Outra forma de participação destacada pelos organizadores é a oração. O projeto convida a comunidade a orar pela ação, pelos voluntários envolvidos e, especialmente, pelas pessoas que serão atendidas. A proposta é que o Natal seja vivido como um tempo de consolo, proteção e renovação da esperança para todos os participantes.
De acordo com a presidente do projeto, Jessei Leal da Rocha, o Natal Compartilhado representa um compromisso permanente com a vida e com a dignidade humana. “Essa é uma das principais ações do projeto, porque é um ato de amor que se constrói coletivamente. Cada doação, cada oração e cada voluntário fazem parte dessa corrente que leva esperança a quem muitas vezes não é visto. Nosso desejo é que essas pessoas se sintam acolhidas, respeitadas e lembradas, especialmente em uma data tão significativa”, afirmou.






