05/08/2026 17:16

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MS fortalece rede de inovação com 12 ecossistemas e amplia apoio a startups

Programa integra lideranças em 12 regiões e cria ambiente para novos negócios, tecnologia e empreendedorismo.

Da Redação

Para conselheiro do Sebrae/MS e diretor-presidente da Fundect, Cristiano Carvalho, união de esforços foi essencial para alcance dos resultados (Foto: Sebrae/MS).

Mato Grosso do Sul encerrou mais uma etapa do programa Ambientes de Inovação com uma rede formada por 12 Ecossistemas Locais de Inovação estruturados e a implantação de um novo grupo em Coxim. A iniciativa reúne governo, universidades, empresas e sociedade civil para fortalecer o empreendedorismo inovador, apoiar startups e desenvolver soluções voltadas às vocações econômicas de cada região do Estado.

Os resultados do programa foram apresentados nesta terça-feira (4), durante evento realizado no Living Lab do Sebrae/MS, em Campo Grande, que também promoveu a troca de experiências entre representantes dos ecossistemas participantes.

Segundo o conselheiro do Sebrae/MS e secretário-adjunto da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Alex Melotto, a parceria entre as instituições acelerou a estruturação dos ambientes de inovação.

“O Sebrae tem uma metodologia consolidada para mobilizar pessoas e estruturar ambientes de inovação, e isso fez toda a diferença no desenvolvimento desse programa. Essa transferência de conhecimento nos permitiu avançar de forma muito mais rápida e assertiva, fortalecendo os ecossistemas de inovação e criando uma base importante para a continuidade desse trabalho em Mato Grosso do Sul”, afirmou.

Para o diretor-presidente da Fundect e conselheiro do Sebrae/MS, Cristiano Carvalho, a atuação conjunta ampliou o alcance da iniciativa.

“Quando unimos esforços, conseguimos alcançar mais empreendedores, fortalecer os ambientes de inovação já existentes e incentivar a criação de novos espaços capazes de apoiar startups e empresas. Isso amplia a capacidade do Estado de desenvolver soluções para os desafios dos diferentes setores e impulsionar o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul”, destacou.

Atualmente, os ecossistemas estão estruturados em Campo Grande, Chapadão do Sul, Corumbá/Ladário, Dourados, Maracaju, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Três Lagoas, Aquidauana/Anastácio e Jardim/Guia Lopes da Laguna. Além desses grupos, está em andamento a implantação de um novo ecossistema em Coxim.

Segundo o secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc, Ricardo Senna, esses ambientes funcionam como espaços de articulação capazes de conectar diferentes atores para estimular inovação e desenvolvimento regional.

“Os ambientes de inovação são instrumentos fundamentais para conectar governo, universidades, setor privado e sociedade civil. Nesses espaços conseguimos apoiar o desenvolvimento de ideias, acelerar projetos e gerar valor para as cadeias produtivas de cada região. Esse trabalho, realizado em conjunto com os grupos, é essencial para fortalecer a competitividade dos territórios e fomentar o desenvolvimento”, afirmou.

Formados por representantes do poder público, iniciativa privada, instituições de ensino e sociedade civil organizada, os Ecossistemas Locais de Inovação atuam de forma colaborativa para criar condições favoráveis ao empreendedorismo, à inovação e ao surgimento de novos negócios.

O Sebrae/MS é responsável pela articulação desses grupos, realizando o mapeamento das instituições participantes, apoiando a consolidação dos ecossistemas e acompanhando a execução das ações desenvolvidas em cada região.

De acordo com o gerente do Living Lab do Sebrae/MS, Paulo Lippel, o programa contribuiu para o amadurecimento dos ecossistemas e para a construção de uma atuação mais integrada.

“Ao longo dessa jornada, vimos os ecossistemas amadurecerem, identificarem as vocações que possuem e ampliarem a capacidade de gerar inovação com impacto para a sociedade. O principal legado é uma atuação mais autônoma, conectada e preparada para atrair parcerias e desenvolver projetos. Para o Sebrae/MS, este encerramento representa o início de uma nova etapa. Continuaremos ao lado desses ecossistemas, fortalecendo ambientes de inovação, porque quando os grupos evoluem, os pequenos negócios também encontram melhores condições para inovar, crescer e gerar desenvolvimento para Mato Grosso do Sul”, disse.

Durante o encontro também foram apresentadas experiências desenvolvidas pelos projetos participantes do programa, além de um painel sobre a certificação dos ambientes de inovação e a construção de um modelo estadual de excelência para o setor.

Oportunidade de aprofundamento

A matéria está fiel ao material enviado, mas há um ponto que pode enriquecê-la bastante: perguntar ao Sebrae/MS e à Semadesc quantas startups, empresas, instituições e municípios já são atendidos por esses 12 ecossistemas, além de quanto foi investido no programa e quais resultados concretos já foram alcançados (novos negócios, empregos, projetos ou investimentos atraídos). Esses números dão mais peso econômico à reportagem e ajudam a mostrar o impacto prático da iniciativa.

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