Capital consolida novo ciclo de valorização, impulsionado por crescimento econômico, geração de empregos e demanda qualificada.
Da Redação

Campo Grande atravessa um momento consistente de fortalecimento no mercado imobiliário de médio e alto padrão. O movimento revela uma transformação estrutural no posicionamento da Capital no Centro-Oeste, marcada por maturidade econômica, confiança do investidor e qualificação da demanda.
Indicadores recentes confirmam essa trajetória. De acordo com o FipeZAP, em 2024 os preços dos imóveis residenciais avançaram 4,08%. Em 2025, o aumento chegou a 5,2%, superando a inflação e sinalizando um ritmo sustentável de valorização.
Dados do Censo Imobiliário do 2º trimestre de 2025 de Campo Grande, elaborados pela Brain Inteligência Estratégica em parceria com o Sinduscon/MS (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção), apontam que a intenção de compra atingiu 49%, o maior índice da série histórica. O valor médio do metro quadrado na Capital está alinhado à média nacional, porém com ritmo de valorização mais acelerado nos últimos dois anos.
O cenário acompanha o desempenho econômico de Mato Grosso do Sul. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego, com base no Novo Caged, indicam que o Estado encerrou 2025 com saldo positivo de 19.756 empregos formais. A construção civil liderou a geração de vagas, com 5.873 novos postos, consolidando-se como um dos principais motores da economia sul-mato-grossense.
Para a diretora de Unidade de Negócio da Plaenge em Campo Grande, Valéria Gabas, o fortalecimento da economia e da construção civil sustenta o avanço do segmento de alto padrão.
“A construção civil é um termômetro da economia. Quando há geração de empregos, novos investimentos e expansão urbana, isso se reflete diretamente na confiança do comprador. E é nesse contexto que o mercado de médio e alto padrão se consolida”, afirma.
Segundo ela, o momento vivido pela Capital não é circunstancial.“Na Plaenge, enxergamos Campo Grande com demanda qualificada e visão de longo prazo. Não se trata de um crescimento pontual, mas estrutural. Existe uma base econômica sólida e um consumidor que entende o imóvel como proteção patrimonial e estratégia de investimento.”
Qualidade de vida como diferencial competitivo
A qualidade de vida é apontada como um dos principais ativos urbanos da Capital. Mobilidade mais fluida, presença de áreas verdes, bairros planejados e menor densidade urbana tornam Campo Grande atrativa frente a grandes centros.
“Campo Grande oferece equilíbrio. É possível morar próximo a tudo, reduzir deslocamentos e ter uma rotina mais funcional. Isso impacta diretamente a decisão de compra. Nos empreendimentos da Plaenge, buscamos potencializar esses atributos com projetos que valorizam o entorno e entregam experiência de morar alinhada ao estilo de vida contemporâneo”, explica.
Esse conjunto de fatores tem colocado a cidade no radar regional e nacional, atraindo investidores e famílias que buscam qualidade de vida fora dos grandes centros.
Consumidor mais exigente eleva o padrão do mercado
O perfil do comprador também evoluiu. No segmento de médio e alto padrão, o consumidor possui maior repertório imobiliário, compara projetos em diferentes cidades e valoriza diferenciais claros.
“Percebemos na Plaenge um consumidor mais exigente e informado. Ele busca arquitetura autoral, tecnologia, segurança, personalização e, principalmente, confiança na entrega. A marca da incorporadora pesa muito. A credibilidade construída ao longo dos anos é decisiva”, afirma Valéria.
De acordo com a executiva, a atuação de incorporadoras consolidadas contribui para elevar o patamar do mercado local.“Empresas com histórico de qualidade construtiva, inovação e consistência de entrega ajudam a redefinir o padrão arquitetônico e urbanístico da cidade. Cada novo empreendimento qualificado eleva a régua do mercado.”
Incorporadoras como vetores de transformação
Com presença consolidada em Mato Grosso do Sul, a Plaenge participa do processo de transformação urbana da Capital. Os empreendimentos integram arquitetura, paisagismo, serviços e soluções tecnológicas, dialogando com tendências contemporâneas.
“A atuação de incorporadoras estruturadas funciona como vetor de desenvolvimento. Nossos projetos não se limitam à edificação em si; eles influenciam o entorno, estimulam novos serviços, fortalecem o comércio local e contribuem para a valorização das regiões onde estão inseridos”, destaca.
Segundo Valéria, o desenvolvimento urbano alinhado ao médio e alto padrão acompanha novos eixos de crescimento e regiões valorizadas da cidade.“Quando há planejamento, integração entre moradia, comércio e serviços e compromisso com qualidade, o resultado é uma cidade mais funcional e conectada ao cotidiano das pessoas.”
Ciclo virtuoso de desenvolvimento
O desempenho da construção civil reforça um ciclo virtuoso. Além de liderar a criação de empregos formais no Estado, o setor possui efeito multiplicador relevante, movimentando fornecedores, prestadores de serviço e cadeias produtivas associadas.
Dados do IBGE apontam que Mato Grosso do Sul registrou crescimento do PIB de 13,4% em 2023, o segundo maior do país, totalizando R$ 184,4 bilhões em geração de riquezas. Estimativa da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) projeta crescimento de 6,86% em 2026, com o Produto Interno Bruto estadual alcançando R$ 227,8 bilhões.
A economia também deve ganhar novo impulso com a conclusão da Rota Bioceânica, eixo logístico de 2,4 mil quilômetros que conectará os oceanos Atlântico e Pacífico, cruzando Brasil, Argentina, Paraguai e Chile, com potencial de reduzir em até 30% os custos logísticos.
Nesse contexto, Campo Grande reafirma seu protagonismo como uma capital em expansão qualificada, onde valorização imobiliária, planejamento urbano e desenvolvimento econômico caminham de forma integrada.




