Singapura importou 3,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 11,529 milhões para o estado.
Anderson Viegas

Singapura, cidade-estado localizada na Ásia e composta por uma ilha principal e cerca de 60 ilhotas, com área total menor do que a de Campinas (SP) — 721,5 km² contra 794,571 km² — foi a principal compradora da carne suína exportada por Mato Grosso do Sul em 2025.
Dados do Sistema de Divulgação de Estatísticas do Comércio Exterior do Brasil (ComexStat), tabulados pelo Departamento Técnico (Detec) da Famasul e divulgados no boletim Casa Rural – Bovinos, Aves e Suínos, apontam que a cidade-estado importou 3,8 mil toneladas de carne suína do estado. O volume representou 16,7% do total exportado por Mato Grosso do Sul no ano, que somou 22,8 mil toneladas.
Em termos de receita, a participação de Singapura foi ainda mais expressiva. Com preço médio de US$ 3,02 por quilo, o faturamento alcançou US$ 11,529 milhões, o equivalente a 21,36% dos US$ 53,975 milhões obtidos com a comercialização total do produto em 2025.
Na comparação com 2024, quando Mato Grosso do Sul exportou 20 mil toneladas de carne suína e obteve receita de US$ 43,1 milhões, o desempenho de 2025 representa um incremento de 25% na receita e de 14% no volume embarcado, segundo o boletim.
Completam o ranking dos três principais destinos da carne suína Made in MS em 2025 as Filipinas, com participação de 16,51% na receita total, e os Emirados Árabes, com 13,90%.
Abates
Em 2025, Mato Grosso do Sul também registrou crescimento no número de abates de suínos acima da média nacional. O volume passou de 3,38 milhões de animais em 2024 para 3,54 milhões no ano passado, o que representa um aumento de 5%. No mesmo período, o crescimento nacional foi de 3%, conforme dados do setor.





