Anderson Viegas

Quero compartilhar com os amigos e colegas que, nesta quarta-feira (25), concluí o mestrado em Agronegócios da UFGD. A banca, composta pelo meu orientador, professor Dr. Paulo Henrique Hoeckel (UFGD), e pelas Dras. Madalena Schlindwein (UFGD) e Elen Presotto (UnB), aprovou com louvor o projeto de pesquisa que analisou o crescimento do setor de celulose em MS e seus efeitos sobre indicadores econômicos e sociais.
Foram quase dois anos de muito trabalho, dedicação, humildade e fé. O jornalista que achava que sabia de números aprendeu que não sabia quase nada e precisou “esvaziar o copo” para que o novo conhecimento tivesse espaço. Econometria, variáveis dummies, modelos e p-valor passaram a fazer parte da rotina de estudos e pesquisas. Excelentes professores tiveram a paciência de ensinar e explicar.
É lógico que chega um ponto em que, sozinho, apesar de todo o esforço, a caminhada para. O muro fica alto demais. Aí entra quem foi o diferencial, Deus. Somente o “cara lá de cima” para mover as peças e abrir os caminhos para uma pessoa, após 25 anos de formada, retornar a uma sala de aula, em uma instituição importante e em um curso concorrido.
Aí foi uma bênção seguida da outra. Cada viagem, porque tinha de seguir de Campo Grande para Dourados, 500 km somando ida e volta, toda semana, foi uma oportunidade de conhecer mais sua benevolência. E cada etapa superada foi um milagre de sua graça. Obrigado, meu Senhor. Amém.
Para ajudar na missão, o “Mister” escalou um time de pessoas, ou melhor, anjos da sua obra. A esposa, Lilianthea, que já estava na equipe, assumiu o protagonismo. Foi parceira em todas as horas e em todos os momentos. Sem ela, a conquista não viria. Obrigado. Os juniores, ou melhor, os filhos, Pedro e Diego, ajudaram em momentos cruciais, e “Máster”, minha mãe Marta, voltando após uma temporada em Tão, Tão Distante, fez a diferença na reta final.
No meio do campeonato, ops, do curso, companheiros foram fundamentais. O quase xará mineiro Wanderson ajudou demais a desvendar os mistérios da Controladoria, e a ex-representante de turma, Luciele, não deixou perder nenhum prazo.
Na retaguarda, amigos do time que liderei por alguns anos no g1 MS, José Câmara, Débora Ricalde, Rafaela Moreira, Thaís Libni, Maressa Mendonça, Gabrielle Tavares, Isabelly Melo e Loraine França seguraram as pontas para que o então chefe pudesse voltar a estudar.Outra pessoa que merece menção especial nessa jornada é o ex-diretor de Conteúdo da Rede Matogrossense de Comunicação (RMC), Orlando Loureiro. Foi ele que se empenhou pessoalmente para que eu tivesse autorização para estudar. A todos, muito obrigado.
Agora, com a expertise de 28 anos de estrada e 39 premiações e reconhecimentos acumulados, somados à experiência do mestrado, eu quero mais. Mais para o meu portal, o Made in MS, mais para minha agência, A2L Comunicação, e mais na academia. Por isso, inicio já na segunda quinzena de março o doutorado, também em Agronegócios, na querida UFGD.





